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História da ACEV


Elias Gianolla, o primeiro presidente da ACEV
Elias Gianolla, o
primeiro presidente
da ACEV

Tudo começou através de uma reunião de alguns amigos dispostos a discutir política, entre os quais Elias Gianolla e Celso Fernando de Oliveira Campos, em 1973. Desgostosos com o MDB (Movimento Democrático Brasileiro) e a ARENA, discutiam a possibilidade de se fundar um terceiro partido. Discussão em vão. Era a época do bipartidarismo, da ditadura. E a conversa tomou outro rumo: a necessidade de Votorantim ter sua própria Associação Comercial.

Elias Gianolla, na época proprietário da Ultra-Gianolla, onde hoje está instalada a Lojas Vem, era membro do conselho da Associação Comercial de Sorocaba, mas não se sentia satisfeito pelo fato de toda a consulta de SCPC precisar ser feita na vizinha cidade, apesar de Votorantim estar emancipada há dez anos. Da idéia, o movimento nasceu forte, quando Elias marcou nova reunião e convidou uma série de comerciantes, entre os quais ele se lembra de Aroldo Francisco Parri, Carlos Violino, Nelson Mascarenhas, Neiva Bormann, Adi Scudeller, Erondi Lima Rocha, Elias Miguel, José Vicente Develis, Pílade Pistelli Neto, Roque Dias Prestes, Adilson Ferreira Machado, José Roque Guerra e Basílio Osvaldo Cassar, estes representantes do Grupo Votorantim.

Reunidos, eles resolveram fundar a Associação e marcaram outra reunião, então já contando com o presidente da Associação Comercial de Sorocaba, Owanil Furlan e o gerente da Lojicred, também diretor da Associação em Sorocaba, Bráz Cassiolatto. Embora decidida a formação, a entidade não era reconhecida juridicamente, faltando principalmente os estatutos, que foram rapidamente elaborados, daí a presença de Owanil e Bráz. A reunião decisiva viria acontecer no dia 20 de junho de 1973, num jantar do restaurante da festa junina. Assim nasceu oficialmente a ACEV.

Alugou-se um pequeno salão na rua Sorocaba, e pro local foram mandados um jogo de estofados, uma escrivaninha, uma máquina de escrever e uma de somar.O telefone era alugado e a primeira funcionária passou a trabalhar à base de colaboração, sem mesmo o registro em carteira, pois a Associação ainda não dispunha de recursos.

Pesquisa: Robson César

Fonte: Folha de Votorantim 16/07/93

Os Primeiros Sócios

Depois de definida a Diretoria, cada integrante ficou de trazer novos comerciantes à ACEV, que abrange também os profissionais liberais e prestadores de serviços. Assim, aos poucos, a entidade foi tomando seu rumo. Elias Gianolla, o primeiro presidente e um dos principais idealizadores da ACEV, deixou a entidade por motivos profissionais.

O segundo presidente da ACEV foi Aroldo Francisco Parri. Também um dos pioneiros, sempre defendeu a necessidade de Votorantim ter o seu próprio Serviço de Proteção ao Crédito.

Telefone Alugado

No início, a ACEV funcionava apenas com um aparelho de telefone. A linha era cedida pela CRTS, que em 1977 foi transformada em Telesp. Com isso, veio o comunicado da empresa solicitando a devolução ou a aquisição do equipamento. A ACEV não dispunha de dinheiro para a compra do telefone, e então a diretoria decidiu realizar a Festa do Chopp para angariar recursos e adquirir a linha telefônica, pois sem ela, a Associação não poderia ficar.

Muitos empresários e industriais colaboraram na compra dos canecos e a Festa "foi um sucesso, chegando a vender quase dois mil ingressos", lembra Aroldo Parri. A verba arrecadada deu para pagar a linha telefônica e ainda sobrou um pouco em caixa, para novos investimentos. Como a ACEV já havia adquirido o plano de expansão da Telesp, em pouco tempo conseguiu sua segunda linha telefônica.

Depois de funcionar na rua Sorocaba, a ACEV mudou-se para a rua Monte Alegre 18, sala 27.

Violino Incansável


Carlos Violino,
importante participação
na História da ACEV

Quando se fala em Associação Comercial, não se pode esquecer da importante (ou quase decisiva) participação de Carlos Violino. Como amante de nossa cidade, ele conhecia a importância de um órgão que atendesse os interesses dos comerciantes locais e partiu para a luta em busca da concretização desse sonho.

Por diversos anos, Violino passou dividindo o dia de trabalho. Pela manhã, se dedicava ao seu escritório de contabilidade e, à tarde, estava em seu gabinete na Prefeitura onde exercia o cargo de Diretor da Receita do município. "Quando a Associação Comercial começou a funcionar, lembro-me que Carlos dizia que um de seus sonhos estava realizado", recorda com saudade a esposa Adoraci Scudeller Violino.

Carlos Violino também teve participação em outros segmentos da sociedade votorantinense. Ele foi um dos grandes incentivadores da criação da Guarda Mirim e do Rotary Club. Outro sonho que Violino cultivava era o de ver a implantação de um terminal rodoviário em Votorantim.

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